<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450</id><updated>2011-09-17T07:35:16.406-07:00</updated><title type='text'>NWOBHM VIVE!</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450.post-15544864155044928</id><published>2007-02-28T19:18:00.000-08:00</published><updated>2007-02-28T20:18:52.038-08:00</updated><title type='text'>SPEED &amp; XERO: biografias</title><content type='html'>Ficar aqui tecendo comentários sobre a importância de Bruce Dickinson para a NWOBHM e para o Heavy Metal em geral é chover no molhado. Depois de alguns anos bem sucedidos à frente do Samson, o vocalista assumiu os microfones do grande colosso do movimento, o gigante Iron Maiden, e se tornou uma referência mundial para vocalistas e apreciadores de som pesado. Hoje, já há algum tempo reintegrado à Donzela, o vocalista mantém paralelamente uma quase sempre elogiada e bem sucedida carreira solo. De qualquer modo, os fãs mais dedicados certamente estão cientes do trabalho de Bruce ao lado de duas bandas menos bem sucedidas, o Speed e o Xero. O artigo a seguir procura dar um pouco de informação sobre essas duas bandas, o que nos levará igualmente a citar brevemente alguns outros projetos no qual o vocalista andou envolvido na época. Em comum, os dois lançamentos têm mais do que a voz do “air raid siren”: a pecha de serem produtos caça-níqueis feitos para lucrar em cima da fama do cantor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SPEED&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O primeiro registro conhecido dos dotes vocais de Bruce Dickinson está em um single lançado em 1980 por uma banda desconhecida chamada Speed. Trata-se de um lançamento independente que provavelmente teve uma tiragem muito pequena, já que hoje é raridade dificílima de encontrar e custa fortunas nas poucas oportunidades em que aparece à venda. O single não tem capa, apenas o envelope branco típico dos itens independentes, mas contém um encarte com supostas informações sobre o lançamento e sobre a trajetória da banda responsável por ele. A se crer no que consta ali, o Speed teria surgido em 1979, gravando as duas músicas (“Man in the Street” e “Down the Road”) em 1980 com Bruce Dickinson atuando como vocalista convidado, e estaria em plena atividade, pronta para fazer shows onde quer que a oportunidade surgisse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_luFCTQOv2Hw/ReZGwKFAHxI/AAAAAAAAAAY/xSy_8ThQW58/s1600-h/speed1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5036791026413477650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_luFCTQOv2Hw/ReZGwKFAHxI/AAAAAAAAAAY/xSy_8ThQW58/s320/speed1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A verdade, no entanto, parece ser outra. Declarações de Bruce dão a entender não só que a data creditada às gravações está errada, mas também que em momento algum ele chegou a ser informado do lançamento do single! Na verdade, Bruce foi um dos fundadores do Speed, ao lado do baixista Noddy White. O projeto foi arquitetado na metade dos anos 70, depois do fim do primeiro projeto musical de Bruce, que atendeu pelos nomes de Paradox e Styx antes de encerrar atividades. Na versão de Bruce, contida na “NWOBHM Encyclopedia” de Malc McMillan, o grupo fez um bom número de shows (tendo até aberto algumas das primeiras aparições do Angel Witch), mas encerrou atividades tempos antes do estouro da NWOBHM. As gravações do single nem seriam produto do Speed propriamente dito, mas demos que Noddy White gravou em 1978 com alguns amigos, tempos depois do término das atividades da banda. Ou seja, a se crer no relato de Bruce, as datas contidas no material promocional do single são falsas, e o lançamento em si ganha ares nítidos de um golpe financeiro, feito para ir na cola do à época vocalista do emergente Samson. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Musicalmente, não é um som tão pesado e veloz quanto o nome sugere, e embora nenhuma das duas canções seja ruim, tampouco podem ser consideradas pérolas esquecidas nem com muita boa vontade. O som de modo geral lembra mais o assim chamado “biker rock” do que o Heavy Metal (embora “Man In the Street” tenha um andamento mais agitado do que o usual em bandas da época), e o uso de teclados acaba lembrando às vezes os momentos menos interessantes do The Doors (!!!). Além de Bruce Dickinson e Noddy White, a ficha técnica credita também Steve Adams (G), Jeff Moody (D) e Gary Edwards (K). Vale como item para viciados em Iron Maiden – muito embora a raridade do single faça dele uma aquisição complicada e sem dúvida salgadíssima. De qualquer modo, “Man In the Street” está no Volume 7 da conhecida série de bootlegs com singles raros da NWOBHM, e com sorte dá para encontrar mp3 das duas músicas em algum programa Peer2Peer por aí. Sairá bem mais barato, certamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;XERO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O caso do Xero, embora menos obscuro em seus meandros do que o do Speed, é certamente mais infeliz e de resultados mais devastadores. Ao invés de ser uma banda de garagem já extinta que tem seu nome “ressucitado” com objetivos pouco nobres, o Xero era sim um conjunto de potencial dentro do turbilhão da NWOBHM, e acabou sendo muito mais prejudicado do que favorecido pela associação com Bruce e sua banda de momento, no caso o gigante Iron Maiden. Na época do lançamento do item em questão (o EP “Oh Baby” de 1983), o grupo liderado pelo guitarrista Bill Liesegang já tinha participado de três coletâneas diferentes, e seu primeiro lançamento individual era aguardado com certa ansiedade na cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_luFCTQOv2Hw/ReZHeaFAHyI/AAAAAAAAAAg/QgvK3Du0CEQ/s1600-h/xero2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5036791820982427426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="218" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_luFCTQOv2Hw/ReZHeaFAHyI/AAAAAAAAAAg/QgvK3Du0CEQ/s320/xero2.jpg" width="257" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O grupo apareceu primeiramente na segunda edição de “Metal for Muthas”, lançada pela EMI em 1980, com uma música empolgante chamada “Cutting Loose”, e mais ou menos no mesmo período compareceu também na compilação “Brute Force” da MCA, com uma música mais melódica mas ainda assim bastante forte chamada “Hold On”. Com a boa repercussão dessas aparições, o emergente conjunto foi convidado a participar de uma das famosas sessões do “Friday Rock Show”, programa de rádio comandado por Tommy Vance na BBC. Quatro músicas (“Can You See Me”, “Lone Wolf”, “Don’t You Think It’s Time” e uma nova versão de “Cutting Loose”) foram registradas em ‘takes’ ao vivo, e veiculadas na edição de 10 de abril de 1981. Pouco depois, a mesma “Cutting Loose” apareceria no LP “The Friday Rock Show”, que compilava as aparições mais bem sucedidas dos meses anteriores do programa. Assim, fica fácil perceber que o Xero estava em ascendência, e o anúncio de um EP pela pequena Brickyard Records poderia ser um passo decisivo rumo ao topo do cenário da época.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na época, a banda contava com Bill Liesegang (G), Boon Gould (B), Barry Fitzgerald (D) e Moon Williams (V), que foi brevemente substituído por Billy Little em algumas demos mas acabou retornando aos microfones para a gravação do single. Foi anunciado o iminente lançamento de um single, contendo a nova “Oh Baby” e reutilizando “Hold On” como lado B. De repente, os anúncios mudaram, e surgiu finalmente um EP de três faixas, em formatos 7’’ e 12’’, contendo uma versão de “Lone Wolf” (que havia aparecido no programa de rádio da BBC com Moon Williams na voz) com a participação de Bruce Dickinson nos vocais. Alegadamente, tratava-se de uma gravação tirada de uma das primeiras demos do Xero, antes da entrada de Moon; mas logo ficou claro que a verdade, no fim das contas, não era bem por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruce Dickinson e Bill Liesegang se conheciam desde a segunda metade dos anos 70, quando se envolveram na formação de uma banda chamada Shots. O grupo acabou conquistando um séquito razoável nos tempos pré-NWOBHM, e boa parte do sucesso devia-se ao próprio Dickinson, que tinha uma performance intencionalmente caricata – era comum, por exemplo, o vocalista parar no meio de uma música para xingar alguém na platéia que estivesse distraído ou pouco interessado no show. Aparentemente, isso surgiu a partir de reações genuínas do cantor (afinal, sabemos que Bruce não é exatamente a figura mais tranqüila e diplomática do mundo), mas o grupo acabou incorporando-a ao seu estilo de palco e o mau gênio do vocalista tornou-se uma esperada atração nos shows da banda. Foi após assistir um show do Shots em 1979 que Paul Samson decidiu convidá-lo a ingressar na sua própria banda, o Samson. Com a saída de Bruce, o Shots perdeu muito do seu apelo, e acabou encerrando atividades. Bill Liesegang formaria posteriormente o Xero – e a gravação de “Lone Wolf” que aparece no EP é na verdade tirada de uma demo particular do Shots, que Liesegang e os empresários do Xero julgaram financeiramente interessante incluir no single como um chamariz para aumentar as vendas. O problema é que, ao contrário da situação aparente do Speed, Liesegang e o Xero não eram os reais proprietários das gravações, e isso acabou abrindo caminho para uma bela confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os advogados do Iron Maiden (que na época ainda saboreava o sucesso estrondoso de “The Number of the Beast”) logo ameaçaram o Xero e a Brickyard Records com processos, o que fez com que a edição original fosse recolhida das lojas. Uma nova série de lançamentos, constituída de um single 7’’ (com as duas faixas originalmente previstas, omitindo “Lone Wolf”) e um EP em 12’’ (substituindo a faixa proibida por uma instrumental chamada “Killer Frog”, tirada de uma das últimas demos) foi lançada, mas a essa altura o estrago à credibilidade da banda já havia sido feito. As vendas do novo pacote foram baixas, e o impacto negativo de todo o embaraço acabou sendo forte demais para o Xero. Chegou a se anunciar o lançamento de um single contendo “Don’t You Think It’s Time” como chamariz, e até mesmo um álbum com o título de trabalho “First Mission” chegou a ser anunciado durante o ano de 1984. No entanto, nenhum desses itens chegou a ser lançado de fato, e a falência da Brickyard acabou sendo também o fim da linha para o Xero. Hoje, o material contendo “Lone Wolf” é perseguido por colecionadores, mas a verdade é que mesmo a segunda ‘fornada’ de “Oh Baby” aparece com pouca freqüência à venda, de modo que ambos são materiais relativamente raros e interessantes para colecionadores obsessivos da NWOBHM. A versão com “Killer Frog” foi relançada em CD, como parte da coletânea “NWOBHM Metal Rarities Vol. 2”, editada pela British Steel em 1996, de modo que hoje é mais fácil o acesso a ela do que à versão “proibida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos a Malc McMillan e sua ‘NWOBHM Encyclopedia’ e ao site Xtreme Musician pelas informações sobre os primeiros dias de Bruce Dickinson. Obrigado.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38438450-15544864155044928?l=metalrorschach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/15544864155044928/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38438450&amp;postID=15544864155044928&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/15544864155044928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/15544864155044928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/2007/02/speed-e-xero-biografias.html' title='SPEED &amp; XERO: biografias'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_luFCTQOv2Hw/ReZGwKFAHxI/AAAAAAAAAAY/xSy_8ThQW58/s72-c/speed1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450.post-1192610646943926952</id><published>2007-02-27T09:48:00.000-08:00</published><updated>2007-02-27T09:55:18.828-08:00</updated><title type='text'>NOTÍCIAS: Festivais NWOBHM sacodem a Europa</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_luFCTQOv2Hw/ReRwQhz8CRI/AAAAAAAAAAM/tEw8NuZ2Zn8/s1600-h/061110--blitzkrieg2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5036273712563489042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_luFCTQOv2Hw/ReRwQhz8CRI/AAAAAAAAAAM/tEw8NuZ2Zn8/s320/061110--blitzkrieg2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Foi confirmada nessa semana a realização do New Wave of British Heavy Metal Festival I, que ocorrerá no AN Club de Atenas, Grécia, no dia 13 de outubro de 2007. O país tem sido ultimamente um dos maiores mercados para bandas do movimento que voltam à ativa, de maneira que a confirmação do festival acaba sendo um passo natural nesse panorama simpático ao metal bretão oitentista. As bandas confirmadas para o evento são CLOVEN HOOF (que recentemente divulgou nova formação e em breve terá seus álbuns "A Sultan's Ranson" e "Dominator" relançados em um CD duplo), JAGUAR, ELIXIR (que lançou há pouco o ótimo "Mindcreeper" e teve seu "Live" relançado com encarte renovado) e BLITZKRIEG (foto). As três primeiras já estavam confirmadas igualmente para o British Steel Festival 2, que ocorrerá em 28 de abril em Milton Keynes, Inglaterra. Junto aos três estarão ATTACKER e CHARIOT. Os ingressos para o festival de Atenas custarão 25 euros - então, se você estiver livre em outubro e com grana para uma viagem à europa, quem sabe?...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38438450-1192610646943926952?l=metalrorschach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/1192610646943926952/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38438450&amp;postID=1192610646943926952&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/1192610646943926952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/1192610646943926952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/2007/02/festivais-nwobhm-sacodem-europa.html' title='NOTÍCIAS: Festivais NWOBHM sacodem a Europa'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_luFCTQOv2Hw/ReRwQhz8CRI/AAAAAAAAAAM/tEw8NuZ2Zn8/s72-c/061110--blitzkrieg2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450.post-117057092374413781</id><published>2007-02-03T22:27:00.000-08:00</published><updated>2007-02-03T22:36:37.656-08:00</updated><title type='text'>NOTÍCIAS: Cloven Hoof define formação e tem vários planos para 2007</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/678427/SIMON1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/609527/SIMON1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em recente comunicado à imprensa, o Cloven Hoof anunciou oficialmente sua nova formação. Após uma série de testes, foram escolhidos Ben Read (G) e Simon Heywood (D, foto ao lado), que se juntam a Russ North (V), Lee Payne (B) e Mick Powell (G/K) na versão 2007 do conjunto britânico. O comunicado descreve a atual formação como a mais profissional e dedicada de sua história, e os líderes Russ e Payne rasgam a seda: “Com esses caras (Read e Heywood), a música é tudo o que importa: eles são guiados totalmente pelo amor ao Metal e pela vontade de tocar no limite de suas capacidades”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as atividades imediatas da nova line-up está a participação no British Steel Festival – que ocorrerá dia 28 de abril em Milton Keynes, Inglaterra, e que contará também com bandas como Elixir, Chariot e Jaguar. Está agendada também a produção do mais novo CD do Cloven Hoof, que tem o título de trabalho de “Throne Of Damnation” e deve começar a ser gravado em junho. Diz o comunicado: “será fantástico entrar em estúdio para gravar o novo álbum. (Throne of Damnation) será nosso melhor disco... Esperem e verão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cloven Hoof terá em breve seus trabalhos “Dominator” (1988) e “A Sultan’s Ransom” (1989) relançados em CD, em um álbum duplo com algumas faixas bônus e um livreto com ‘liner notes’ e fotos de arquivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estréia da nova formação deve ocorrer em 29 de março no Limelight Club em Hightown, Chesire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos a Sergio Turano (Denim And Leather) e ao site oficial do Cloven Hoof (ver links).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38438450-117057092374413781?l=metalrorschach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/117057092374413781/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38438450&amp;postID=117057092374413781&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/117057092374413781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/117057092374413781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/2007/02/notcias-cloven-hoof-define-formao-e.html' title='NOTÍCIAS: Cloven Hoof define formação e tem vários planos para 2007'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450.post-116879841829814050</id><published>2007-01-14T10:12:00.000-08:00</published><updated>2007-01-14T10:25:13.416-08:00</updated><title type='text'>GOGMAGOG - biografia</title><content type='html'>Das muitas bandas da NWOBHM que tiveram suas carreiras limitadas a um ou dois escassos itens em vinil, algumas acabam despertando especial interesse entre os colecionadores. Uma delas, certamente, é o Gogmagog. E é fácil entender os motivos – afinal, esse grupo lançou apenas um EP em 1985, e tinha em suas fileiras um time absolutamente estelar, composto de alguns dos grandes nomes da cena britânica. Vejam só: Paul Di’Anno (ex-vocalista do Iron Maiden), Clive Burr (outro ex-Maiden, que também havia passado pelo Samson), Janick Gers (na época ex-White Spirit), Neil Murray (baixista de muitos nomes respeitáveis como Gary Moore e Whitesnake) e Pete Willis (ex-guitarrista do Def Leppard). Promissor, não? No entanto, as coisas não são tão bonitas quanto parecem à primeira vista, e o que poderia ter sido um dos super-grupos da NWOBHM acabou sendo uma experiência constrangedora para os envolvidos e para a cena de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/576985/P07010W6418.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/821004/P07010W6418.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na verdade, o Gogmagog é uma idéia surgida da mente de Jonathan King (foto), DJ e produtor musical que chegou a ser o presidente da Decca Records entre as décadas de 60 e 70 e foi responsável por descobrir artistas de muito sucesso comercial como Bay City Rollers e 10cc. Disposto a lucrar em cima da fatia mais acessível do Heavy Metal (que, graças a bandas como o Def Leppard, estava entrando em considerável evidência), King resolveu montar uma espécie de super-grupo, juntando nomes poderosos do Metal britânico e colocando-os na estrada com uma grande produção de palco e o máximo possível de cobertura de mídia. Ou seja, a junção dos músicos não foi nada natural, e sim o resultado de uma série de telefonemas e propostas de contrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/465802/dianno.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="210" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/409170/dianno.jpg" width="140" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Consta que alguns músicos foram contatados e recusaram a oferta, entre eles John Entwistle (baixista do The Who, na época às voltas com projetos solo) e Cozy Powell (baterista mundialmente famoso por suas participações no Rainbow e no Whitesnake). De qualquer modo, King conseguiu formar a banda, e vale lembrar que a maioria dos músicos que toparam a parada estavam em situação complicada na época. Paul Di’Anno (foto) havia saído do Iron Maiden e lançado um álbum solo que tinha sido um completo fracasso de vendas; Pete Willis havia acabado de se desligar do Def Leppard; e Clive Burr não tivera sucesso com seu projeto pós-Maiden, chamado Stratus e formado também por ex-músicos do Praying Mantis. Portanto, não é absurdo supormos que, muito mais do que a possibilidade de formar uma grande banda, foi a promessa de bons aportes financeiros que incentivou esses músicos a assinarem os contratos e colaborarem com o Gogmagog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias controvérsias sobre fatos referentes ao conjunto, e uma delas refere-se à gravação das três faixas que fizeram o EP do conjunto. Segundo algumas fontes, trata-se de material gravado para um LP que nunca saiu, e poderiam inclusive existir mais músicas inéditas do Gogmagog criando mofo em alguma gaveta por aí. No entanto, outros dizem que essas faixas são de uma demo gravada para convencer promotores de shows a investir no grupo, e pessoalmente me sinto mais inclinado a crer na segunda hipótese. De qualquer modo, as três músicas não foram compostas pelos músicos da banda, e sim por uma parceria de Jonathan King e Russ Ballard - compositor bastante requisitado na primeira metade dos anos 80, que compôs maravilhas como “Tonight” (Tokyo Blade) e “Riding With the Angels” (Samson). As músicas foram de fato apresentadas para várias figuras importantes do show business na tentativa de agendar uma turnê, mas aparentemente a resposta ao material foi ruim e, mesmo com todo o cartaz de King e dos músicos envolvidos, nenhuma apresentação de fato ocorreu. A demora em acertar esses detalhes acabou sendo decisiva para a vida curta do projeto, e logo todos os envolvidos saltaram fora do barco, não raro com um mal-disfarçado constrangimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/617881/gog.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="248" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/61487/gog.jpg" width="265" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O EP acabou sendo lançado postumamente em 1985, através da Food For Thought (uma subsidiária da Music For Nations). As três músicas chamam-se “I Will Be There” (o nome do EP), “Living in a Fucking Time Warp” e “It’s Illegal, It’s Immoral, It’s Unhealthy, But It’s Fun”, e dividem seriamente a opinião dos que ouvem o EP: há quem goste bastante do material, do mesmo modo que muitos o consideram uma tragédia musical. O encarte apresenta uma versão um tanto fantasiosa sobre a história do grupo, dizendo que a banda foi um projeto espontâneo, destinado a salvar o Metal e que acabou prejudicado pelo azar e pela falta de visão de algumas pessoas ligadas ao mundo da música. De qualquer modo, as vendas foram baixíssimas (o fato de não existir mais a banda para promover o vinil deve ter contribuído para o fracasso) e logo o EP do Gogmagog viraria não mais do que um item para colecionadores da NWOBHM e de material relacionado ao Iron Maiden.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/278614/Pete-willis.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="293" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/949190/Pete-willis.jpg" width="185" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como dito acima, os músicos envolvidos não ficaram exatamente orgulhosos do resultado do EP, e mais de uma vez deixaram bem claro o caráter meio caça-níquel de todo o projeto. Pete Willis e Janick Gers já se referiram ao mesmo em entrevistas de modo pouco animador, e Paul Di’Anno por muitos anos simplesmente se recusou a comentar o assunto. De qualquer modo, todos os músicos envolvidos seguiram em frente com suas carreiras. Paul Di’Anno formou projetos como o Battlezone e o Killers, e ainda atua incansavelmente em shows ao redor do mundo. Neil Murray gravaria mais tarde com o Black Sabbath, enquanto Janick Gers participaria da banda solo de Bruce Dickinson e, como sabemos, hoje é um dos três guitarristas do Iron Maiden – num desenlace curioso, posto que tocou com dois ex-Maiden no Gogmagog muitos anos antes de entrar ele mesmo na banda de Steve Harris. Pete Willis (foto) formou os não muito bem sucedidos Nightrun e Roadhouse, e Clive Burr emprestou seu talento a bandas como Desperado e Elixir. Já Jonathan King, embora tendo demonstrado nesse mal sucedido projeto seu desconhecimento de Heavy Metal, tentaria uma vez mais sua sorte no estilo, empresariando o jovem conjunto Briar. O conjunto havia lançado em 1985 o elogiado LP “Too Young”, e orientado por King optou por mudar radicalmente seu estilo – o que resultou em 1987 no disco “Crown Of Thorns”, um trabalho na verdade altamente constrangedor que tem até um cover de “La Bamba”, de Ritchie Valens. Mais tarde, “It’s Illegal, It’s Immoral, It’s Unhealthy, But It’s Fun” (registrada no EP do Gogmagog) seria regravada pelo Briar, e apareceria como lado B de um single antes que o grupo desaparecesse de vez do cenário musical. Recentemente, Jonathan King andou tendo problemas com a justiça (foi condenado por abuso de menores, acusação que sempre negou com veemência) e anda envolvido com a carreira de conjuntos lucrativos como The Corrs e Chumbawamba. Bem longe do Heavy Metal, felizmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos à “NWOBHM Encyclopedia” de Malc McMillan e aos vários sites que me forneceram informações e fotografias para essa matéria. Muito obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38438450-116879841829814050?l=metalrorschach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/116879841829814050/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38438450&amp;postID=116879841829814050&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116879841829814050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116879841829814050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/2007/01/gogmagog-biografia.html' title='GOGMAGOG - biografia'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450.post-116872078582705180</id><published>2007-01-13T12:38:00.000-08:00</published><updated>2007-01-13T13:50:03.700-08:00</updated><title type='text'>NOTÍCIAS: Morre Chris Aylmer, baixista do Samson</title><content type='html'>Faleceu no início dessa semana o baixista Chris Aylmer, que se tornou famoso no mundo da NWOBHM por ter sido durante muitos anos baixista do grupo Samson. A causa exata da morte não foi divulgada: há apenas referências a uma "doença" que teria acometido Chris por um bom tempo antes de seu falecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/878219/Samson.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/324412/Samson.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Antes de entrar no Samson, Chris Aylmer (bem à direita na foto ao lado) tocava guitarra em uma banda chamada Maya e fazia serviços como roadie para várias bandas, inclusive para o projeto de John McCoy, com o qual o próprio Paul Samson esteve envolvido por alguns anos. Quando McCoy juntou-se à banda de Ian Gillan, Paul Samson resolveu continuar com a banda, e chamou Chris para assumir o baixo. Depois de alguma prática, Chris pegou o jeito da coisa, e foi dele a sugestão da banda assumir o nome Samson. Pouco depois, com a saída do baterista original Roger Hunt, o novo baixista sugeriu que um de seus colegas de Maya assumisse o posto - e esse amigo era ninguém menos que Clive Burr, que mais tarde faria história especialmente com o Iron Maiden.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/916965/samson10.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/21412/samson10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Chris Aylmer esteve com o Samson nos momentos mais significativos de sua história e vivenciou o crescimento e explosão da NWOBHM em uma posição privilegiada. Gravou os quatro primeiros discos da banda, e fez parte da que por muitos é tida como a formação clássica do Samson (Aylmer, Samson, Thunderstick e Bruce Dickinson, na época Bruce Bruce, essa que você vê na foto ao lado). Saiu no início de 1984, insatisfeito com as constantes mudanças e incertezas dentro da banda, e por um curto período participou do Rogue Male. Depois, envolveu-se com vários projetos de pequeno porte e curta duração, como o Head Over Heels e o M:80. No início dos anos 90, o círculo fecharia, e Chris Aylmer reuniu-se com Paul Samson, participando das gravações do álbum "1993" (em alguns lugares lançado como um CD auto-intitulado). Pouco depois, Chris Aylmer formou um novo projeto, chamado Doctor Ice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante algum tempo, foi fortemente cogitada a possibilidade de uma reunião da line-up clássica, e consta que até o próprio Bruce Dickinson estava muito animado com a possibilidade. No entanto, a reunião do músico com o Iron Maiden tornou impossível realizar esse encontro, e o trio Samson-Aylmer-Thunderstick participou do famoso festival "20th NWOBHM Anniversary", ocorrido no Japão em 1999. O vocalista Nicky Moore uniu-se aos três para alguns shows em festivais europeus de verão (entre eles o Wacken 2000) - mas depois desses shows as coisas acalmaram, de modo que Chris voltou a dedicar-se ao Doctor Ice e a dar aulas particulares de baixo e guitarra. Embora não tenha participado das gravações do álbum póstumo de Paul Samson ("P.S....", lançado em setembro do ano passado pela Angel Air), Chris contribuiu com algumas composições - e com o falecimento do baixista, esse CD acaba sendo também a última contribuição de Chris Aylmer no mundo da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O NWOBHM VIVE! deixa aqui sua homenagem e seu agradecimento a um músico de alta qualidade, que colaborou de forma decisiva no fenômeno da NWOBHM e que deixou um legado que estará sempre na memória de inúmeros fãs. Muito obrigado, Chris.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38438450-116872078582705180?l=metalrorschach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/116872078582705180/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38438450&amp;postID=116872078582705180&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116872078582705180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116872078582705180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/2007/01/notcias-morre-chris-aylmer-baixista-do.html' title='NOTÍCIAS: Morre Chris Aylmer, baixista do Samson'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450.post-116770428908516155</id><published>2007-01-01T17:59:00.000-08:00</published><updated>2007-01-02T15:55:10.086-08:00</updated><title type='text'>MENDES PREY - Biografia</title><content type='html'>Como sabemos, um número imenso de bandas surgiu durante os três ou quatro anos tidos pela maioria dos interessados como o período clássico da NWOBHM - e, considerando-se a quantidade delas, não surpreende que a grande maioria delas tenha simplesmente ficado pelo caminho, sem lançar mais do que singles ou no máximo EPs independentes. Motivos são vários: algumas perderam músicos importantes em momentos decisivos, outras simplesmente não eram tão boas, algumas tomaram decisões erradas e existem também as que foram, simplesmente, injustiçadas. Nesse seleto grupo, eu sem dúvida incluiria o Mendes Prey. O grupo de Castleford, Yorkshire foi, simplesmente, uma das bandas mais talentosas de toda a NWOBHM, e certamente seria hoje idolatrada por multidões se tivesse recebido a chance de gravar um LP no auge de sua criatividade. De qualquer modo, alguns itens foram lançados, e hoje o Mendes Prey é tranquilamente uma das bandas mais queridas pelos entusiastas e colecionadores do Movimento, com uma história fascinante que nos dedicaremos a descrever abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/11561/1983-April-Ilkley-6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/865617/1983-April-Ilkley-6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os primórdios do Mendes Prey de certo modo remontam à metade dos anos 70, quando os músicos que mais tarde constituiriam a banda tocavam em um sem-número de conjuntos amadores da área. De qualquer modo, podemos dizer que por volta de 1979 surgiu finalmente o núcleo do Mendes Prey, formado pelo vocalista Jih Seymour (foto), pelos guitarristas Steve Holt e Phil Lawn e pelo baterista Martin Brough. Todos já tinham, digamos assim, as marcas da estrada: Seymour, por exemplo, cantava em bandas da região desde 1974 e Holt alegava ter tocado em nada menos do que 13 grupos locais antes de se juntar ao Mendes Prey.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1979 e 1980, vários baixistas tocaram na banda, a maioria deles ficando muito pouco tempo. Depois de muitos candidatos, finalmente o posto de baixista foi ocupado por Tony Boulton, que anteriormente vinha tocando com o Vardis. Com essa formação, o grupo entrou no Woodlands Studio em janeiro de 1981 para registrar sua primeira demo. Foram gravadas as músicas "Lone Survivor", "Take Me 'Cross the Water", "Drifting", "Losin' Man" e "Don't Shine". O material logo conseguiu repercussão bastante positiva, ao ponto dos Bayley Bros. (conhecidos DJs de Rock da época) colocarem "Drifting" no primeiro lugar da parada que selecionaram para a edição de junho da revista "Sounds" - "Take Me 'Cross the Water" chegou ao número 9 na mesma seleção. Durante algum tempo, foi fortemente cogitada a possibilidade de lançar esse material em um EP independente, mas o grupo acabou optando por aguardar um pouco mais antes de expor seu trabalho para as grandes massas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período, Phil Lawn optou por retirar-se do Mendes Prey e da carreira musical, sendo temporariamente substituído por Richard Emsley. Essa formação foi entrevistada na edição de novembro da revista Kerrang, mas acabou não durando muito, com Emsley saindo para a chegada de Mark Sutcliffe. Com vários shows acontecendo (incluindo bem-sucedidas apresentações abrindo para o Diamond Head), sessões de gravação foram feitas no primeiro semestre de 1982, e delas foi selecionado o material que entraria no primeiro e clássico lançamento em vinil da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/828529/mendesprey%20front1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="257" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/939756/mendesprey%20front1.jpg" width="264" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Finalmente disponibilizado no final do ano, o 7" single independente continha a sensacional "On To the Borderline" e a não menos empolgante "Running For You" como lado B, e logo se tornou um item avidamente perseguido pelos headbangers britânicos. Ouvindo as músicas, é fácil entender os motivos: operando numa linha mais Hard Rock, com fortes influências de Thin Lizzy e UFO, as composições são energéticas e certeiras, e a voz marcante de Jih Seymour pode ser colocada sem exageros entre as mais pessoais e competentes de toda a NWOBHM. Uma estréia excepcional, que compreensivelmente despertou grande atenção de todos os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda nesse ano, outra ótima composição do quinteto ("What the Hell Is Going On") foi incluída pela Heavy Metal Records na segunda edição de sua compilação Heavy Metal Heroes, conseguindo destacar-se positivamente mesmo com a concorrência de nomes fortes como Persian Risk, Witchfinder General, Jess Cox (ex-vocalista do Tygers of Pan Tang) e Shiva. No início de 1983, o quinteto (Seymour, Holt, Boulton, Brough e Sutcliffe) fez sua estréia no Marquee em Londres, abrindo shows para Saracen e Chinatown. Gravações de um desses shows ainda resistem e, apesar da qualidade sofrível de gravação, é fácil perceber que o grupo detonava em cima de um palco, mandando versões extremamente fortes e coesas de suas mais significativas composições, para delírio do público. Quem está mais familiarizado com a situação meio bairrista do cenário da época (no qual bandas de uma cidade eram geralmente bem recebidas, enquanto grupos vindos de outra costumavam ter recepções bem menos calorosas) fica ainda mais admirado com o sucesso do Mendes Prey como banda de abertura, e parecia óbvio àquela altura que alguma grande gravadora acabaria assinando com o promissor conjunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/751105/mendesprey_promo1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/747064/mendesprey_promo1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enquanto aguardavam uma proposta concreta de alguma gravadora, Jih Seymour e cia. empilhavam sucessos. Um deles ocorreu quando a marca de jeans Levi's escolheu "What the Hell Is Going On" como tema musical para algumas propagandas de rádio, e como resultado o Mendes Prey acabou assinando um contrato de patrocínio com a empresa. Em troca da utilização da música nos 'spots' comerciais, a Levi's forneceu vários de seus produtos ao quinteto, e colaborou na organização de uma bem sucedida tour, com o Mendes Prey atuando pela primeira vez como 'headliners' (a abertura desses shows ficando a cargo do Dagaband). Um desses shows foi gravado em vídeo pela BBC, e três canções completas do grupo ("Red Alert", "Running For You" e "On To the Borderline") foram exibidas no programa "Bubbling Under" para todo o norte da Inglaterra. Aparentemente, gravações dessa apresentação ainda existem, mas ninguém ainda afirmou acima de dúvidas possuir esse vídeo, de modo que ficamos na dúvida por enquanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período, o grupo foi tentado pela idéia de utilizar teclados, e Steve Allen assumiu esse papel por um breve período, participando de alguns shows e colaborando em algumas composições. No entanto, a experiência não fluiu tão bem como esperado, e Allen acabou saindo do grupo em seguida. Um golpe mais duro viria no segundo semestre de 1983, quando Steve Holt resolveu também deixar a banda, alegando estar interessado em outros projetos. Ao invés de substituí-lo, o Mendes Prey preferiu se manter como um quarteto, e Seymour, Boulton, Brough e Sutcliffe resolveram diminuir a rotina de shows, concentrando-se na composição e gravação de material para o tão desejado LP de estréia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/771665/mendesprey_promo2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/794044/mendesprey_promo2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como vimos, o Mendes Prey era um fenômeno em ascensão, e chega a ser inacreditável que nenhuma gravadora tenha feito uma proposta séria de contrato a essa altura. O conjunto gravou duas demos no decorrer de 1984, registrando mais de uma dezena de sons ao todo, e juntando esse material ao que já havia sido gravado entre 1982 e 1983 poderia ter lançado um LP capaz de fazer do Mendes Prey uma das grandes bandas do Metal britânico. No entanto, apesar de algumas sondagens, nenhuma proposta de contrato chegou ao grupo, e esse inexplicável desprezo acabou aos poucos minando a resistência do dedicado e batalhador conjunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1985, a NWOBHM já começava a perder força, e o futuro parecia pouco animador para o Mendes Prey. Com as coisas um tanto quietas dentro da banda, Jih Seymour arrisca-se nos lados da produção, e atua como co-produtor de uma demo do conjunto Sherwood, que mais tarde acabaria sendo lançada também como um EP independente. Depois de meses de pouca atividade, surge um convite vindo de uma gravadora sintomaticamente batizada LiL Records, e o Mendes Prey acaba participando da coletânea "Parkside Steelworks", ao lado de um número considerável de bandas da região - a maioria delas de baixa qualidade, para sermos honestos. O Mendes Prey optou por utilizar duas gravações feitas ainda em 1983, e "Red Alert" e "Cry For the World" tornaram-se facilmente os grandes destaques de um álbum não mais do que mediano. Apesar da pequena tiragem do LP, o ressurgimento em vinil de Seymour e cia. chamou alguma atenção, e um grupo de empresários musicais resolveu investir pesado no conjunto, com o objetivo de gravar o single que finalmente faria do Mendes Prey o grande grupo que sempre teve potencial para ser. Infelizmente, ao invés de ser o passo decisivo rumo ao sucesso, essa parceria acabou sendo o começo do fim para a banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/63501/mendes%20prey%20wonderland.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="227" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/129881/mendes%20prey%20wonderland.jpg" width="230" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sob pressão de seus 'managers', o quarteto adotou um visual mais pop, com cabelos cortados e roupas coloridas (como se pode ver na foto ao lado), e após certa insistência acabou concordando em gravar uma versão de "Wonderland", uma sinceramente já não muito boa composição do Demon. Foi essa gravação que finalmente surgiu no início de 1986 como lado A do segundo single da banda, com a composição própria "Can You Believe It" como lado B. Ambas as composições, de qualquer modo, haviam recebido um 'banho de loja' durante a mixagem, e o resultado ficou muito mais próximo do pop rock do que do Hard / Heavy que sempre caracterizou o Mendes Prey. Resultado: mesmo sendo lançado em dois formatos (7" e 12", com o último contendo uma vrs. mais extensa de "Wonderland"), o single foi um fracasso de vendas, que não só falhou em chamar a atenção de um novo público como desapontou boa parte dos antigos fãs, que preferiram não investir seu dinheiro nas 'experimentações' de seus antigos heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desse fracasso, não havia mesmo muita alternativa para a banda. Jih Seymour, depois de mais de dez anos de rock e tendo lutado por cerca de sete anos para fazer do Mendes Prey um grupo bem sucedido, optou por abandonar a vida de músico e se mudou para a Austrália ao lado da futura esposa, nascida no país em questão. Sem a presença do talentoso e dedicado vocalista, os membros restantes não se sentiram propensos a continuar a luta, e antes do final de 1986 o Mendes Prey não existia mais. Os músicos abandonaram a carreira musical, e durante muito tempo o antigo conjunto foi deixado em quase completo esquecimento. No final dos anos 90, porém, uma onda de renovado interesse pela NWOBHM surgiu com a proximidade dos 20 anos do movimento, e logo exemplares do outrora esquecido material do Mendes Prey passaram a ser vendidos por altos valores no mercado de colecionadores de vinil. Nessa época, falou-se bastante na confecção de um website oficial da banda, e boatos davam como certo o lançamento de um CD com material nunca lançado oficialmente. No entanto, a situação esfriou sem que nem uma coisa nem outra virasse realidade. Recentemente, no entanto, Jih Seymour (atualmente atuando como coordenador de programação de uma emissora australiana de rádio) adquiriu os direitos do domínio www.mendesprey.com , e uma versão inicial do site já está no ar, prometendo para breve uma quantidade considerável de material sobre a história do velho grupo britânico. Contatos já foram feitos no sentido de viabilizar um CD com material da banda, e se houver justiça no mundo em breve teremos a chance de adquirir material oficial dessa grande banda da NWOBHM, que merecia ter ido muito mais longe do que de fato conseguiu. Aguardaremos desdobramentos com enorme expectativa e muita esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos a Malc McMillan e sua "The NWOBHM Encyclopedia", ao extinto site Dunsy's Cupboard of Metal e ao próprio Jih Seymour, que gentilmente forneceu boa parte das informações contidas nessa biografia. Muito obrigado, de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÚSICOS&lt;br /&gt;Jih Seymour (V)&lt;br /&gt;Steve Holt (G) - &lt;em&gt;até 1983&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Phil Lawn (G) ---&gt; Richard Emsley ---&gt; Mark Sutcliffe&lt;br /&gt;Tony Boulton (B)&lt;br /&gt;Martin Brough (D)&lt;br /&gt;Steve Allen (K) - &lt;em&gt;1983&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA&lt;br /&gt;On To the Borderline (7'' single, 1982), Heavy Metal Heroes Volume 2 (part. em coletânea, 1982), Parkside Steelworks (part. em coletânea, 1985), Wonderland (7'' e 12'' single, 1986).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SITE OFICIAL: &lt;a href="http://www.mendesprey.com"&gt;http://www.mendesprey.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38438450-116770428908516155?l=metalrorschach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/116770428908516155/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38438450&amp;postID=116770428908516155&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116770428908516155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116770428908516155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/2007/01/mendes-prey-biografia.html' title='MENDES PREY - Biografia'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450.post-116767676029343802</id><published>2007-01-01T10:21:00.000-08:00</published><updated>2007-01-01T10:39:20.303-08:00</updated><title type='text'>NOTÍCIAS: ARC terá material raro lançado em CD duplo!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/137989/ARC-front.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 146px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px" height="154" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/243653/ARC-front.jpg" width="191" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sério mesmo, amigos. Segundos fontes confiáveis, ainda nos primeiros meses de 2007 a AREA CULT Records (divisão da AREA DEATH Prod.) lançará uma compilação em CD duplo com material raríssimo da banda ARC. O conjunto lançou dois singles no auge da NWOBHM, e o segundo deles (foto) se tornou clássico por conter "War of the Ring", um épico sombrio que para muitos está entre as melhores composições de toda a NWOBHM. A antologia deverá conter as gravações desse e do primeiro single, além de várias demos e gravações de ensaios obtidas diretamente de músicos da banda. Os títulos de algumas músicas seriam "Firebrand", "Leviathan", "Hades" e "Never To Return".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente, a AREA CULT planeja lançar material do Red Hunter (conjunto formado por ex-músicos do ARC que chegou a gravar em 1995 material para um CD até agora inédito). E, por mais incrível que pareça, podem surgir também CDs com material novo e inédito do próprio ARC!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações ainda não confirmadas dão conta de que os três irmãos Whitbread, que formavam a espinha dorsal da banda, estão reunidos e inclusive já fizeram alguns ensaios. O objetivo seria voltar à ativa 100%, fazendo shows e gravando material inédito para pelo menos um CD. No entanto, isso pode demorar um pouco, posto que os músicos estariam meio 'enferrujados' e alguns deles não teriam sequer instrumentos próprios a essa altura. De qualquer modo, torçamos para que tudo isso se confirme, e logo possamos ouvir material novo desse grande nome da NWOBHM.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38438450-116767676029343802?l=metalrorschach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/116767676029343802/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38438450&amp;postID=116767676029343802&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116767676029343802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116767676029343802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/2007/01/notcias-arc-ter-material-raro-lanado.html' title='NOTÍCIAS: ARC terá material raro lançado em CD duplo!'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450.post-116753792701198960</id><published>2006-12-30T20:01:00.000-08:00</published><updated>2006-12-31T08:49:20.956-08:00</updated><title type='text'>Welsh NWOBHM</title><content type='html'>Qualquer fã de Heavy Metal minimamente interessado na história do estilo tem algum conhecimento sobre a New Wave of British Heavy Metal – ou NWOBHM, movimento ocorrido no Reino Unido durante a primeira metade dos anos 80 e que trouxe ao mundo bandas como Saxon, Angel Witch, Def Leppard e o seminal Iron Maiden. No seio desta verdadeira febre musical surgiram as sementes que, tempos depois, dariam frutos como o Thrash, o Doom e o Death/Black Metal – fato que, por si só, inscreve o período em questão entre os mais importantes, senão o mais importante da história do Metal. O que poucos sabem é que, entre as muitas sub-cenas que se desenvolveram durante aqueles anos, uma muito curiosa tomou corpo na região do País de Gales. Sua principal característica é ter dado origem a um número considerável de bandas que usavam o idioma local, o Galês, para cantarem suas músicas, em oposição ao inglês privilegiado no restante do território britânico. Embora não tenham de modo algum igualado o (razoável) sucesso de outras bandas galesas como o Persian Risk e o Traitors Gate, que preferiam usar o inglês, o fato é que esses conjuntos, com seu apego às tradições locais, construíram uma história fascinante, embora até agora não documentada de modo adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, o grande problema com que nos deparamos ao tentar (re) contar essa história é a escassez de fontes e, principalmente, a dificuldade de encontrar a grande maioria dos itens lançados por esses grupos – na verdade, como qualquer colecionador de raridades do período terá o maior prazer de confirmar, é simplesmente impossível dizer com segurança o que há para ser descoberto, com alguns itens sendo hoje conhecidos apenas na razão de um ou dois exemplares. Um grande pioneiro nessa pesquisa é Malc McMillan, autor do colossal "The NWOBHM Encyclopedia" e nome ao qual o artigo que se segue deve boa parte de suas informações. No entanto, como a citada obra foi publicada em 2001, um número considerável de descobertas foram feitas de lá para cá, de modo que uma tentativa de atualização não é de todo descabida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de seguirmos em frente, deixemos claro: a absoluta maioria desses trabalhos é dificílima de encontrar hoje em dia, e prepare-se para gastar muito tempo (e dinheiro) se pretender adicionar um original desses itens à sua coleção. Este mesmo que vos fala teve a oportunidade de ouvir muito pouco do material que é discutido nesse trabalho, e a maioria das referências à sonoridade das bandas é admitidamente de segunda ou terceira mão, o que sem dúvida causa imperfeições na descrição dos conjuntos. Na verdade, o grande interesse desse artigo é de cunho acadêmico: conceder um pedaço de história a grupos que, bem ou mal, fizeram parte da história do Heavy Metal, e dar alguma informação curiosa à todos que, como eu, são obcecados pelo passado deste tão apaixonante estilo musical e de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, vão listadas as bandas que são conhecidas dos apreciadores / colecionadores da NWOBHM, seguidas de uma descrição (a mais acurada possível) sobre sua carreira e discografia. De novo, a maioria desses itens é bastante rara, de modo que em breve novas descobertas ou correções podem surgir, mudando o que está escrito aqui. De qualquer modo, vamos lá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CEFFYL PREN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/808898/ceffyl%20pren%20collasant.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 184px; CURSOR: hand; HEIGHT: 187px" height="128" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/764621/ceffyl%20pren%20collasant.jpg" width="162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Até o momento, são conhecidos dois 7" singles desta obscura formação sediada provavelmente na cidade de Glamorgan. O mais antigo (foto) data de 1984, e foi lançado pela minúscula Anthem Records. Apresentando "Collasant Eu Gwaed" e uma versão em galês de "Bedside Radio" do Krokus (aqui batizada "Roc Ar Y Radio"), o citado single divide opiniões entre os (poucos) que o possuem: há quem ame, assim como os que odeiam o mesmo com grande devoção. Recentemente, foi descoberto um segundo item de 1987, editado pela igualmente pequena Graffeg Records, que apresenta "Roc Roc Nadolig" (uma canção de Natal, aparentemente) e "Bangkok". Analisando a ficha técnica, descobre-se que o baterista Tim Lewis é o único músico a participar das duas formações da banda, o que não deixa de ser curioso. Nesse segundo single, o Ceffyl Pren executa um Hard/Heavy bastante acessível, mas de sonoridade agradável e com um uso interessante de teclados. Ambas as faixas são bem construídas e musicalmente interessantes, e aficionados pela NWOBHM certamente apreciarão o trabalho simples mas satisfatório do conjunto. Aparentemente, a banda acabou antes da virada da década, e nenhum material adicional do conjunto é conhecido até o momento. De qualquer modo, eles certamente eram a banda da região com o nome mais legal – Ceffyl Pren era um meio de humilhação pública de criminosos na antiga sociedade galesa: o bandido era forçado a sentar-se em um cavalo de madeira (o tal Ceffyl Pren) e era conduzido pelas redondezas, exposto ao escárnio e eventuais apedrejamentos da multidão. Interessante, sem dúvida.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/559260/ceffyl%20pren%20nadolig.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 185px; CURSOR: hand; HEIGHT: 175px" height="207" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/329065/ceffyl%20pren%20nadolig.jpg" width="222" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;MÚSICOS:&lt;br /&gt;Gareth Morlais (V) - - - &gt; Alun Wyn Davies (em "Roc Roc Nadolig")&lt;br /&gt;Tosh Stuart (G) - - - &gt; Huw John (em "Roc Roc Nadolig")&lt;br /&gt;Wyn Lewis Jones (B) - - - &gt; Marc Hammond (em "Roc Roc Nadolig")&lt;br /&gt;Tim Lewis (D)&lt;br /&gt;Jon Evvo (K) (em "Roc Roc Nadolig")&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Collasant Eu Gwaed (7", 1984), Roc Roc Nadolig (7", 1987).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRYS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/943322/crys2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="181" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/666444/crys2.jpg" width="188" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Talvez a mais "clássica" das bandas aqui citadas e provavelmente a que foi mais longe de todas elas, o Crys foi formado provavelmente no final dos anos 70 pelos irmãos Scott (b) e Liam Forde (v/g), e seu primeiro lançamento foi um 7" single em 1980, contendo "Lan Yn Y Gogledd" e "Cawd Symud" como lado B. O single foi lançado pelo minúsculo selo Click Records e tem uma capa na verdade bastante feia, mostrando os quatro músicos envolvidos ao lado de uma pichação com o nome da banda. Além dos Forde, gravaram o single os músicos Alun Morgan (g) e Nicky Samuel (d). Em termos de sonoridade, podemos aproximar o Crys de conjuntos como Black Rose e Fist - talvez não tão qualificado quanto os citados mas ainda assim um competente representante da NWOBHM. Aparentemente, a repercussão do single de estréia foi bastante boa em sua área natal, uma vez que a razoavelmente conceituada Sain Records (até hoje uma das mais atuantes gravadoras da região) se interessou pela banda e logo passou a distribuir os trabalhos do quarteto. Em 1981, chegava às lojas o primeiro Lp do Crys, "Rhyfelwr" (foto). Contendo dez faixas, alguns colecionadores o consideram uma pérola do período, embora a grande maioria dos mortais não tenha sido afortunada com a sorte de poder ouvir o material e tirar suas próprias conclusões. No ano seguinte, sairia o segundo "full lenght" do conjunto, chamado "Tymor Yr Heliwr", respondendo por um estilo bastante próximo ao do disco anterior – porém, a confiarmos em nossas fontes, sem alcançar o bom nível musical de seu antecessor. Ainda nesse ano, o Crys apareceria na coletânea "Gorau Sgrech – Sgrechian Corwen", ao lado de gente como os mods do Ail Symudiad, Tich Gwilym (músico que tocou com o Budgie) e o respeitado músico folk Meic Stevens. No início de 1983, o Crys faz sua grande tentativa de se fazer ouvir fora do País de Gales, e participa do famoso "Friday Rock Show" da BBC, programa que toda semana trazia um grupo emergente da cena britânica para tocar algumas músicas ao vivo. Até onde sabemos, foi o único grupo NWOBHM cantando em Galês a conseguir espaço no programa, e no dia 28 de janeiro de 1983 foram ao ar quatro músicas, incluindo as duas primeiras (e, até onde sabemos, únicas) gravações do Crys em inglês, "It’s About Time" and "Rockin’ Along". Os outros dois temas da noite foram "Pendoncwyr" e Merched Gwillt A Gwin", ambos tirados de seu segundo LP. Em 1984, apareceriam em uma outra compilação da Sain Records, "Barod Am Roc", e o fato do título do disco ser também o título da música cedida pelo Crys para o álbum é sinal evidente de que, ao menos na região de Gales, a banda vivia um momento muitíssimo promissor. No entanto, nem sempre as aparências correspondem à realidade, e o grupo sumiu do mapa na segunda metade da década de 80, enquanto seus discos e conquistas caíam no esquecimento. Durante anos, não se teve qualquer notícia do Crys, e qualquer um julgaria que a banda havia simplesmente sumido do mapa. Qual não é nossa surpresa ao encontrarmos "Roc Cafe", CD lançado pela Fflach Records em 1995 que mostra o Crys em grande forma, tocando de modo apaixonado e com várias músicas muito interessantes em seu repertório. A única mudança na formação é a entrada de Mark Thomas na guitarra, e apesar da apresentação visual bastante simples (pouco mais do que um selo na caixinha de acrílico com o nome da banda e do CD), uma simples audição do mesmo mostra uma banda coesa e altamente qualificada, proporcionando considerável satisfação aos entusiastas do período. De qualquer modo, seria uma ótima notícia se o Crys ainda estivesse de algum modo na ativa, mantendo vivo o legado do que já são 25 anos de história. Aguardamos ansiosamente por futuros desdobramentos.&lt;br /&gt;MÚSICOS:&lt;br /&gt;Liam Forde (V,G)&lt;br /&gt;Alun Morgan (G) - - - &gt; Mark Thomas (em "Roc Cafe")&lt;br /&gt;Scott Forde (B)&lt;br /&gt;Nicky Samuel (D)&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Lan Yn Y Gogledd (7", 1980), Rhyfelwr (LP, 1981), Tymor Yr Heliwr (LP, 1982), Gorau Sgrech – Sgrechian Corwen (compilação em LP, 1982), Barod Am Roc (compilação em LP, 1984), Roc Cafe (CD, 1995).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DORCAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o momento, são conhecidas três faixas gravadas por essa quase esotérica formação de Gales. Duas delas ("Blwyddyn Arall" e "Nyth Y Frân") estão presentes em um single independente de 1984, item raríssimo que pouquíssimos colecionares podem se gabar de possuir. Aparentemente, a banda operava num estilo próximo ao hard/heavy setentista, com forte trabalho de guitarras numa linha Wishbone Ash de ser. Uma curiosidade sobre essa gravação é o fato de que cada uma das faixas foi gravada com um baixista diferente (um deles Deiniol Morris, também envolvido com o Maffia Mr. Huws), o que dá uma noção de como a formação da banda deveria ser instável na época. A terceira canção conhecida do Dorcas é "Does Dim Mwy O Win", que já há algum tempo circula entre os mais obcecados pela época como um arquivo mp3. Por muito tempo, a gravação foi creditada como parte de uma demo da banda, mas hoje se sabe que na verdade ela foi retirada de uma virtualmente desconhecida coletânea chamada "Cadw Reiat", lançada pela Sain Records em 1986. De qualquer modo, ninguém ainda se ergueu para dizer que tem um exemplar da compilação em questão, de modo que detalhes mais esclarecedores sobre o disco (e a ficha técnica da gravação) continuam, até esse momento, um mistério.&lt;br /&gt;MÚSICOS:&lt;br /&gt;Colin Roberts (V)&lt;br /&gt;Rhys Evans (G)&lt;br /&gt;Deiniol Morris (B)&lt;br /&gt;John Hywel Morris(B)&lt;br /&gt;Peter Roberts (D)&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Blwyddyn Arall (7’’, 1984), Cadw Reiat (compilação, 1986).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOUIS A’R ROCYRS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/273414/louis%20rocyrs.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 206px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px" height="238" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/823730/louis%20rocyrs.jpg" width="250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A banda foi formada pelo músico Louis Thomas depois de seu desligamento do grupo folk / rock Bran. O primeiro lançamento desse projeto parece ter sido um single, lançado de modo independente em 1983 e contendo "Fodan" como principal chamariz. Infelizmente, por mais que me esforçasse não consegui descobrir qual seria o lado B, mas aparentemente o projeto ainda não era tão NWOBHM assim, pendendo um pouco mais para o punk rock. O outro lançamento conhecido do Louis A’r Rocyrs até o momento é um 7" single lançado pela Sain em 1984, contendo "Sianel 3" e "Y Sipsiwns" como lado B (foto). Os relatos indicam uma guinada na carreira de Louis a partir desse vinil, rumando para um som bem mais próximo do Hard Rock, de modo que faz sentido a inclusão do artista neste artigo sobre NWOBHM, uma vez que a época e sonoridade batem. De qualquer modo, parece ter sido um projeto de vida curta, e logo Louis Thomas voltaria para a razoável segurança que a música folk o proporcionava, restando esse escasso material como lembrança de seus dias "de Metal". Na verdade, o material parece tão esquecido atualmente que é um dos poucos que ainda pode ser comprado por um valor relativamente aceitável – se você for capaz de localizar um exemplar, claro.&lt;br /&gt;MÚSICOS&lt;br /&gt;Desconhecidos até o momento.&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Fodan (7", 1983), Sianel 3 (7'', 1984).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OMEGA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/241281/omega1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 213px; CURSOR: hand; HEIGHT: 185px" height="200" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/144915/omega1.jpg" width="251" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pouco se sabe sobre esse conjunto, a não ser que de algum modo ele foi um dos poucos grupos aqui citados capazes de legar ao mundo um LP auto-intitulado (foto) antes de sumirem no esquecimento. Apresentando dois músicos envolvidos também com o Rohan (Graham Land e Bev Jones), o Omega participou da coletânea "Gorau Sgrech - Sgrechian Corwen" em 1982 (com a música "Nansi") antes de editar esse LP individual. Lançado pela Sain Records em 1983, o álbum em questão investe em um estilo próximo do rock progressivo, mas supostamente com um forte trabalho de guitarras tipicamente NWOBHM. Pouquíssimos tiveram a chance de ver um exemplar dessa obscuridade, que dirá ouvir a música nela contida, mas creio que o material qualifica-se dentro dos parâmetros básicos do movimento, merecendo ser citado por aqui. Do mesmo modo, não se sabe se há mais material do Omega dando sopa em algum lugar por aí, de maneira que teremos que aguardar algum tempo antes de podermos dar informações mais acuradas a respeito do conjunto.&lt;br /&gt;MÚSICOS&lt;br /&gt;Delwyn Sion&lt;br /&gt;Graham Land&lt;br /&gt;Len Jones&lt;br /&gt;Gorwel Owen&lt;br /&gt;Bev Jones&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Gorau Sgrech - Sgrechian Corwen (compilação em LP, 1982), Omega (LP, 1983).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RHIANNON TOMOS A’R BAND&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/905287/rhiannontomas1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="180" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/995255/rhiannontomas1.jpg" width="183" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Rhiannon Tomos é uma vocalista de timbre bastante semelhante ao de Doro Pesch (Warlock), que andou se metendo em algumas empreitadas metálicas na primeira metade dos anos 80. Temos indícios de material gravado pela cantora em 1979 ou até mais cedo, mas o primeiro registro de Rhiannon cuja existência pudemos comprovar é a raríssima coletânea "Yn Dawel Hyd Nawr" (foto abaixo), lançada pela desconhecida Legless Records em 1980. Aparentemente, trata-se de uma compilação realçando a participação feminina na cena musical galesa, e Rhiannon (ainda assinando sem o "A’r Band") participa com duas faixas, "India’r Prynhawn" e "Cinderella". Tudo indica que a participação da vocalista tenha agradado bastante, pois a Sain Records apressou-se em assinar com a moça, e em 1981 chegava às lojas o LP "Dwed Y Gwir". Com um estilo oscilando entre o Hard Rock setentista e o Heavy Metal, Rhiannon conseguiu alguma repercussão, mas não o suficiente para superar as estreitas fronteiras da cena local. Em 1982, duas faixas da banda ("Rosaline" e "Cer A Hi") aparecem na compilação "Gorau Sgrech - Sgrechian Corwen", e no ano seguinte a vocalista emprestou sua voz ao Y Diawled (ver nota abaixo), gravando com eles o ótimo 7" single "Noson Y Blaidd". A última aventura conhecida de Rhiannon no reino do Metal (para mim, pelo menos) é a participação da Rhiannon Tomos A’r Band na coletânea "Barod Am Roc", de 1984, na qual contribuem com "Chm Hiraeth", música gravada em 1980 e que pode (ou não) ter sido lançada anteriormente em um 7" single ou algo do tipo. De qualquer modo, a cantora parece ter desistido do Rock N Roll, e a partir da segunda metade dos anos 80 passou a investir na música folk, assumindo o nome artístico de Rhiannon Thomas e lançando alguns trabalhos esporádicos desde então. Seja como for, surpresa: em 2004, o Rhiannon Tomos A’r Band reúne-se especialmente para participar do Faenol Festival, organizado por Bryn Terfel, compositor clássico que é nome emblemático para a cena musical do País de Gales. Se isso significa ou não o retorno definitivo de Rhiannon ao Hard / Heavy, só o tempo dirá. Aguardamos atentamente por novidades, quanto mais brevemente melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/370775/yndawelhydnawr.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;MÚSICOS:&lt;br /&gt;Rhiannon Tomos (V)&lt;br /&gt;Meredydd Morris (G)&lt;br /&gt;Len Jones (G)&lt;br /&gt;Mark Jones (B)&lt;br /&gt;Graham Land (D)&lt;br /&gt;Eric B. (?)&lt;br /&gt;Simon Tassano (?)&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Yn Dawel Hyd Nawr (compilação em LP, 1980), Dwed Y Gwyr (LP, 1981), Gorau Sgrech - Sgrechian Corwen (compilação em LP, 1982), Barod Am Roc (compilação em LP, 1984).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROHAN &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/724667/rohan%20cd.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/109482/rohan%20cd.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Operando em uma linha mais próxima do rock progressivo, mas com algumas tiradas épicas tipicamente Heavy Metal, o Rohan acaba encaixando no rótulo NWOBHM por ter lançado um single em 1984, adequando-se ao período básico do movimento. O vinil, contendo "Mil O Fastiau" e "Rasus T.T.", tem uma capa bastante genérica, e deve ter levado algum tempo até alguém se dar conta de que ali poderia estar uma banda de interesse para colecionadores da NWOBHM. Seja como for, o conjunto sumiu do mapa por muitos anos, e só em 1996 ressurge inesperadamente com um CD independente auto-intitulado (foto). Aparentemente, trata-se de material relativamente recente, embora a possibilidade de ser uma compilação com gravações de arquivo não possa ser plenamente descartada. Contendo seis longas músicas (a maioria com inspiração na obra literária de Tolkien), o material explora sem pudor várias influências de música folclórica da região, mas mantém o peso e a energia necessários para agradar fãs menos xiitas da NWOBHM. O CD é relativamente fácil de encontrar (com alguma procura, até sites da Internet o oferecem a um preço razoável) e acaba sendo uma alternativa bem mais viável do que o há muito esgotado single - mesmo porque contém uma regravação de "Mil o Fastiau", o que o dota de interesse ainda maior. Não há informações sobre o Rohan ainda estar na ativa, mas esperamos que esteja, perpetuando seu trabalho com honestidade e competência.&lt;br /&gt;MÚSICOS:&lt;br /&gt;Dace Evans (V)&lt;br /&gt;Charlie Goodall (G)&lt;br /&gt;Bev Jones (B)&lt;br /&gt;Graham (La) Land (D)&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Mil O Fastiau (7'', 1984), Rohan (CD, 1996).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TROBWLL&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Possivelmente a mais antiga banda de Gales a encaixar no rótulo NWOBHM, o Trobwll tinha como nome proeminente o vocalista / guitarrista Richard Morris - que mais tarde produziria o primeiro single do Crys e que se envolveria como músico e / ou produtor em inúmeros outros projetos musicais no decorrer da década, a maioria deles com pouca ou nenhuma conexão com NWOBHM. Morris era também dono de um estúdio chamado Stiwdio’r Bwthyn, onde trabalhou com conjuntos de certo nome em seu país natal, como o Ellifant. O único material do Trobwll conhecido de nós até o momento é um 7" single bastante raro, lançado pelo pequeno selo Buwch Hapus em 1979. Trata-se de uma única música ("Taith") que se espalha pelos dois lados do vinil, misturando influências de rock progressivo com alguns riffs mais pesados na linha do Hard / Heavy setentista. Poucos detalhes a respeito da história da banda são conhecidos até o momento, e é bem possível que o grupo pouco mais fosse do que um projeto de estúdio de Richard Morris, sem maiores aspirações comerciais e montado exclusivamente para essa gravação. Provavelmente a ligação do Trobwll com a NWOBHM seja casual e não-intencional - mas a essa altura isso pouco importa, uma vez que o nome do grupo já está ligado de modo inabalável ao movimento, e colecionadores mais obcecados venderão a mãe para porem suas mãos em uma cópia autêntica deste item.&lt;br /&gt;MÚSICOS:&lt;br /&gt;Richard Morris (V,G)&lt;br /&gt;Steve Lewis (G)&lt;br /&gt;Mark Jones (B)&lt;br /&gt;Mel Turner (D)&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Taith (Rhan I, Rhan II) (7", 1979).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRYDAN&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Uma das mais obscuras bandas do período em questão, o Trydan era uma formação um tanto incomum, contando com três vocalistas e com seis membros, três deles homens e três mulheres. Quase nada se sabe sobre a história do conjunto (que, a julgar pelos quatro sobrenomes "Jones" na formação, era algum tipo de negócio em família), e seu único lançamento conhecido hoje em dia é um EP de três faixas, lançado pela Sain Records em 1980. "Mods a Rocers", faixa que dá título ao material, é tida como a mais "metal" das canções, enquanto as outras duas ("Di-waith, Di-‘fynedd" e "Mr. Urdd") teriam um nível de qualidade bem inferior, sendo o vinil em si um material restrito aos mais fanáticos consumidores de material da época em questão. Curiosamente, um outro Trydan surgiu recentemente na mesma região, com um som voltado para conjuntos atuais como o Creed e o The Darkness. No entanto, o Trydan de hoje é formado por garotos na faixa dos 15 anos, então não os confunda com seus (há muito finados) homônimos da NWOBHM.&lt;br /&gt;MÚSICOS:&lt;br /&gt;Meic Jones (V,G)&lt;br /&gt;Linda Williams (V)&lt;br /&gt;Sharon Jones (V)&lt;br /&gt;Carol Jones (G)&lt;br /&gt;Dafydd Elis (B)&lt;br /&gt;Garym Jones (D)&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Mods A Rocers (7", 1980).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WENFFLAM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/962151/wenfflam.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 223px; CURSOR: hand; HEIGHT: 221px" height="242" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/654884/wenfflam.jpg" width="236" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Infelizmente, não há muito o que informar sobre essa quase desconhecida banda, cujo único registro catalogado até hoje é um 7" single lançado pela esotérica gravadora Tryfan em 1986, apresentando "Deigryn Du" e "Mynadd Byw" como lado B. Na verdade, o ano de lançamento é um pouco além do que a maioria dos interessados considera NWOBHM, mas julguei interessante incluir o grupo aqui porque, além de ser certamente uma banda de Heavy Metal (o logo do grupo na capa do single não deixa dúvidas), existe uma razoável possibilidade de lançamentos anteriores do Wenfflam surgirem em determinado ponto no futuro. Seja como for, o item é desconhecido de quase todo mundo e não é visto um novo exemplar há um bom tempo, o que indica que a prensagem do mesmo deve ter sido minúscula. Vale como curiosidade histórica, creio eu.&lt;br /&gt;MÚSICOS:&lt;br /&gt;Desconhecidos até o momento&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Deigryn Du (7", 1986).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y DIAWLED&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/74206/y%20diawled%20noson1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="197" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/147505/y%20diawled%20noson1.jpg" width="205" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eis um conjunto que os mais perseverantes (obcecados?) colecionadores da NWOBHM têm em grande estima, e seus lançamentos são creditados como relevantes contribuições ao cenário metálico da época. A mais antiga gravação conhecida dessa banda oriunda de Crymych data de 1982, e aparece em uma raríssima compilação em EP, lançada pela Fflach Records sobre o nome "Gyda Chymorth C.A.C.". A faixa em questão chama-se "Shwt Mae Siapus?", e já naqueles dias o conjunto se mostrava um dos mais "metálicos" de sua região, com um som pesado e energético que se encaixava com perfeição na estética do período. No ano seguinte, a Fflach decide dar ao novato conjunto a chance de lançar seu próprio 7" single, e logo o vinil contendo "S.O.S." e "Llinos Yn Y Lleder Du" chegava às lojas da região. A produção ficou a cargo de Richard Morris, o mesmo que gravou com o Crys e centenas de outros grupos e ainda achou tempo para seu projeto Trobwll (ver nota acima). A música em si é de boa qualidade, lembrando nomes da NWOBHM como Wolf e Savage e mostrando-se desde então o Y Diawled como o mais "Metal" dos conjuntos que cantavam em galês na época. O material mais conhecido do Y Diawled, no entanto, seria lançado ainda em 1983 pela Sain Records e contaria com a qualificada participação da cantora Rhiannon Tomos (ver nota acima), substituindo o vocalista original Kevin Davies. Aliás, a união de forças entre a vocalista e o conjunto não parece ter sido muito natural, e eu não me surpreenderia se essa colaboração não tivesse sido idéia da própria gravadora, juntando a talentosa cantora com uma banda superior à que a acompanhava normalmente com o intuito de criar uma espécie de super-grupo (para os padrões locais, ao menos). Seja como for, trata-se de um single de alta qualidade, com duas músicas pesadas e muito bem arranjadas (a excelente "Noson Y Blaidd" e "Dewch Gyda Ni"), e não tenho dúvidas de que poderia ter alcançado uma repercussão bem maior se tivesse contado com uma boa distribuição nacional – talvez letras em inglês também tivessem ajudado, de qualquer modo. O single chegou a receber uma resenha na revista "Kerrang" (para muitos a bíblia da NWOBHM), mas a mesma acabou sendo um tanto injusta ao ligar o Y Diawled a conjuntos folk do País de Gales – e, acredite-me, apenas um eventual preconceito com a língua galesa justifica essa opinião, pois o material é puro NWOBHM de ponta a ponta. De qualquer modo, logo a vocalista Rhiannon Tomos desligou-se do grupo e partiu para uma carreira solo como cantora folk, e é crível que esse desfalque, somado à falta de maiores perspectivas fora da diminuta cena local, tenha sido o fim do competente e promissor conjunto. Mas, de qualquer modo, restaram esses escassos lançamentos em vinil como legado de sua existência, e os perseverantes colecionadores da NWOBHM hão de preservar essas preciosidades pelos anos que virão.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/876065/diaweld1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="160" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/81676/diaweld1.jpg" width="168" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;MÚSICOS:&lt;br /&gt;Kevin Davies (V) - - - &gt; Rhiannon Tomos (em "Noson Y Blaidd")&lt;br /&gt;Aled Davies (G)&lt;br /&gt;Geraint Williams (G)&lt;br /&gt;Carwyn Davies (B)&lt;br /&gt;Paul Philips (D)&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA: Gyda Chymorth C.A.C. (compilação em EP, 1982), S.O.S. (7’’, 1983), Noson Y Blaidd (7", 1983).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos trabalhos acima, listamos a seguir uma série de itens que, de um modo ou de outro, acabaram associados à cena da NWOBHM. Alguns são tão obscuros que não se pode afirmar com certeza no que consiste sua música, outros foram por algum motivo tidos como NWOBHM quando na verdade pouco ou nada tinham a ver com o estilo. Como já dito algumas vezes no decorrer do artigo, esperamos que o tempo esclareça algumas destas dúvidas – muito embora uma maior cooperação e honestidade entre os que possuem / procuram essas obscuridades em vinil já fosse uma enorme ajuda. Na verdade, é comum termos informações desencontradas concernentes a essas bandas, lançadas ora por vendedores sequiosos de lucro que pouco se importam com uma descrição acurada dos itens que vendem, ora por colecionadores que querem supervalorizar suas coleções particulares (em uma atitude "eu tenho, você não tem" não menos do que ridícula) e acabam falando o que não devem. Como a maioria das pessoas nunca terá acesso a essas raridades e é forçada (como eu) a reproduzir relatos de segunda mão, é muito fácil deixar-se levar pelo entusiasmo e reproduzir inverdades como se fossem fatos historicamente comprovados. Não me considero isento de tais falhas, e admito a possibilidade de estar errado sobre algumas colocações – mas procurei checar ao máximo o caráter "metálico" das bandas citadas, e quando não as pude ouvir busquei confrontar o máximo de relatos possível na tentativa de encontrar um meio-termo. Assim sendo, eis as bandas que, por algum motivo, não me senti levado a afirmar acima de dúvida serem NWOBHM:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRATOR: Esse sim é obscuro. Referências muito vagas têm sido feitas a um EP que teria sido lançado por esse conjunto em 1979, e que seria uma verdadeira pérola não-descoberta da NWOBHM. Lançado por uma tal Recordiau Lloer, O EP conteria as faixas "Gelin Yr Awyr", "Blas Da" e "Fy Mreuddwyd I". Tudo muito bonito, mas poderemos chamar o Crator de NWOBHM? O ano de lançamento bate com o usualmente aceito, e até faria do Crator um dos pioneiros de sua região, mas sem qualquer referência ao som fica difícil dar esses méritos ao conjunto. Ficamos na espera de novos dados, embora com uma esperança especial nesse caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ERYR WEN – É conhecimento público que o conjunto participou junto com o Y Diawled e mais dois outros grupos (Malcolm Neon e Ficer, os quais sabidamente não têm qualquer ligação sonora com a NWOBHM) da coletânea em EP Gyda Chymorth C.A.C., em 1982. Recentemente, localizou-se também dois 7" singles, um de 1983 contendo "Siop Dillad Bala" como lado A, e outro de 1985 que destaca "Genhedlaeth Goll". Embora muitos considerem o Eryr Wen um autêntico conjunto da NWOBHM, citações à utilização de trompetes e à influências pop põem em dúvida tal certeza, sendo perfeitamente possível que o conjunto tenha uma sonoridade mais próxima da música mod ou mesmo do pop rock. O tempo dirá, de qualquer modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/973648/popdri.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 194px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px" height="218" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/20574/popdri.jpg" width="215" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;HELYNT – Uma descoberta recente (embora ainda um tanto nebulosa) é uma coletânea em 7" de 1985 chamada "Popdri". Aparentemente um item extremamente escasso, o citado vinil apresenta quatro (na época) jovens bandas locais, a maioria delas voltadas para o pop. Porém, a se crer em alguns relatos, o último grupo da citada compilação, chamado Helynt, seria um bastante qualificado representante da NWOBHM, com sua " Deud Y Gwyr" sendo o ponto de interesse para entusiastas do período. Olhando a foto da banda na capa da compilação, eles não parecem muito com o que poderíamos esperar de uma banda de Heavy Metal – mas, como imagem não é tudo, é mais prudente esperar por novos dados antes de qualificá-la ou não como um legítimo representante da NWOBHM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/495102/maffia%20mr%20huws1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="170" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/302272/maffia%20mr%20huws1.jpg" width="175" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;MAFFIA MR. HUWS – Eis um caso típico de confusão de estilos. A história do conjunto é conhecida até com certos detalhes: o grupo surge no final dos anos 70, gravando um single pela Fflach ("Gitar Yn Y To" / "Reggae Racs") e participando da coletânea "Sesiwn Sosban", ao lado de grupos como Ellifant e Derec Brown A’r Racaracwir. Ambos os lançamentos ocorrem em 1982. Em 1983, é lançado um LP chamado "Yr Orchr Arall". Com a saída de Hefin Huws (G / V, que acaba montando um conjunto chamado Llwybr Cyhoeddus e posteriormente se envolve com o razoavelmente bem sucedido grupo punk Anhrefn) e Les Morrison (V), o Maffia Mr. Huws foi forçado a reinventar-se, adotando o nome Maffia e lançando em 1985 um 7" single pela Sain com "Nid Diwedd Y Gan" e "Newyddion Heddiw" como lado B. Nesta gravação, Alan Edwards (que pode ser ou não o ex-baixista do grupo NWOBHM Panza Division) aparece como tecladista. O mesmo Edwards, lamentavelmente, morreria em 1987 vítima de um acidente automobilístico, o que pode ter acelerado o fim do conjunto. De qualquer modo, o grupo tem sido constantemente descrito como NWOBHM em vários lugares, inclusive constando como item nos sites nwobhm.com e metalmania.net, ambos conceituadas fontes sobre NWOBHM na Internet. No entanto, várias citações espalhadas por sites sobre a cena musical galesa me fizeram pôr em dúvida essa certeza, e me levaram a suspeitar que o Maffia Mr. Huws não fosse exatamente uma banda de Heavy Metal. Há pouco tempo atrás, finalmente localizei algumas gravações em mp3 do que seria um LP do Maffia chamado "Da Nim Yn O'th Gem Fach Di" (do qual, confesso, nunca tinha ouvido falar antes), e apesar de alguns números mais pesados como "Cigfran" e o medley ao vivo de "Dant Y Llew / Hysbysebion", a banda soa muito mais como um pop rock à Men At Work do que qualquer outra coisa, isso sem contar as numerosas influências de reggae (!). Talvez a capa do primeiro single (que mostra alguns jovens cabeludos com jaquetas de couro e uma guitarra Flying V) tenha induzido algumas pessoas ao erro, e o senso comum foi perpetuando o equívoco, em uma prova cabal de que as aparências enganam. Talvez alguns de vocês ouçam a banda e a achem 100% NWOBHM, vá saber... Curiosidade: a banda voltou à ativa para um show único em 2000, e existem várias referências a um outro show do Maffia Mr. Huws ocorrido no Faenol Festival em um ano tão recente quanto 2004. Será que a banda de algum modo voltará à ativa? Mais desdobramentos em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/1600/803528/mwg.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 190px; CURSOR: hand; HEIGHT: 174px" height="214" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6175/4286/320/925576/mwg.jpg" width="224" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;MWG – O 7" single desta banda, contendo "Pesda ‘86" e "Darn O’r Haul" é creditado como NWOBHM pelo site rockdetector.com, mas pessoalmente não estou tão certo de que se trate realmente de algo ligado ao estilo. Os rapazes na capa (foto) não se parecem com típicos músicos de Metal, e não consegui encontrar qualquer outra referência à sonoridade do grupo em lugar algum – o que não deveria ser tão difícil, uma vez que o single foi lançado pela consideravelmente abrangente Sain Records no não tão remoto ano de 1986. Pouco se sabe sobre o grupo, a não ser que é oriundo da cidade de Bethesda e continha em suas fileiras o batalhador Huw Smith, o mesmo do Maffia Mr. Huws e do Llwybr Cyhoeddus, entre outros. De qualquer modo, não é o caso de dizer que há um equívoco evidente sobre o grupo, mas me parece interessante termos mais subsídios antes de incluirmos definitivamente o Mwg entre as bandas galesas da NWOBHM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SHWN – Baseados na aparição da banda na coletânea "Barod Am Roc" em 1984, ao lado de grupos como o Crys e Rhiannon Tomos A’r Band, alguns não hesitam em listar o Shwn como um grupo raríssimo e de alto interesse para colecionadores da NWOBHM. Na verdade, o conjunto em questão atuou durante a segunda metade dos anos 70 com um estilo meio boogie bem típico da época em questão, de modo que não se trata exatamente de um material fundamental para fãs de Angel Witch ou Iron Maiden, ao mesmo tempo que perde o interesse temporal para colecionadores obcecados. O trabalho mais conhecido do grupo é o LP "Ar Garlam", lançado pela Sain em 1977.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y TRWYNAU COCH – O citado conjunto chegou a ser oferecido por vendedores de discos raros como NWOBHM, mas uma rápida pesquisa comprova sem maiores dificuldades que o Y Trwynau Coch foi na verdade um grupo punk / mod de razoável sucesso local. Sua discografia é razoavelmente extensa, contendo pelo menos seis itens lançados entre 1978 e 1983, mas como se trata de um caso evidente de "gato por lebre" nem vou me dar o trabalho de listar exaustivamente os itens lançados pela banda, uma vez que o interessado não precisará de mais do que uma breve pesquisa em um site de buscas para encontrar o que procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto é isso. Evidentemente estamos abertos a qualquer informação que nos ajude a melhorar essa página – então, se você souber de alguma coisa que não sabemos sobre essas bandas (ou sobre outras porventura esquecidas aqui), ficaremos extremamente agradecidos com sua ajuda. Qualquer contato pode ser efetuado via e-mail: vieira.igor@gmail.com .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos especiais a Malc McMillan e sua "NWOBHM Encyclopedia", Boris (Corwin) Bessarabov, aos sites The NWOBHM Online Encyclopedia e Rockdetector (links ao lado) e aos vários amigos anônimos que me forneceram mp3 e fotos muitíssimo úteis na concretização dessa pesquisa. Muito obrigado a todos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38438450-116753792701198960?l=metalrorschach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/116753792701198960/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38438450&amp;postID=116753792701198960&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116753792701198960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116753792701198960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/2006/12/welsh-nwobhm.html' title='Welsh NWOBHM'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38438450.post-116753116354357724</id><published>2006-12-30T18:04:00.000-08:00</published><updated>2006-12-30T18:12:43.556-08:00</updated><title type='text'>Um pouco sobre mim e sobre o blog</title><content type='html'>Me chamo Igor, tenho 26 anos e desde a segunda metade dos anos 90 sou absolutamente fascinado por Heavy Metal de modo geral e NWOBHM em particular. Estudo o máximo possível sobre o Movimento, e tenho o máximo interesse em todo o tipo de material referente ao período. Durante um bom tempo estive pensando em criar esse blog, e finalmente tomei a iniciativa necessária para fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog NWOBHM VIVE! propõe-se a resgatar a história daqueles tempos gloriosos do Heavy Metal inglês, disponibilizando biografias e informações recentes sobre os nomes, grandes ou não, que fizeram essa época fascinante. Eventualmente, disponibilizaremos mp3 e outros material visuais referentes ao período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer tipo de comentário e crítica construtiva será bem vindo. Do mesmo modo, pessoas eventualmente dispostas a colaborar com conteúdo para o blog não precisam se acanhar: qualquer colaboração será aceita com muita alegria e enormes agradecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu, e boa viagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38438450-116753116354357724?l=metalrorschach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metalrorschach.blogspot.com/feeds/116753116354357724/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38438450&amp;postID=116753116354357724&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116753116354357724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38438450/posts/default/116753116354357724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metalrorschach.blogspot.com/2006/12/um-pouco-sobre-mim-e-sobre-o-blog.html' title='Um pouco sobre mim e sobre o blog'/><author><name>MetalRorschach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269922415268413029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
